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Raízes no Rock

 O gênero musical que me atraiu para o mundo da música foi o Rock. Bandas como Guns and Roses, Nirvana, Metallica e as nacionais como Engenheiros do Hawaii e Legião Urbana me encantaram pelo "glamour" das estrelas do gênero e do caráter rebelde que sempre fascinam os adolescentes. Mas bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Black Sabbath, The Doors, foram primeiras paixões. Muitas vezes levado mais pelos arranjos e melodias, pelo "estilo".

 O gosto por imitar meus ídolos do Rock me fizeram querer aprender a improvisar. Eu mal conseguia tocar algumas de minhas músicas favoritas e já queria improvisar, fazer o solo do meu jeito. 

Ex integrantes da Banda Magnarock

O gosto pelo improviso e o Jazz

 Queria improvisar. Sair tocando. Mas ate esse momento da minha vida eu só podia ouvir 5 notas. Tudo era pentatônica e licks de guitarra sacados de solos do Jimmy Page ou David Gilmour. 

 Então buscando coisas novas e arrastado por estilos como o Rock Progressivo, fui apresentado ao Fusion. Jazz Fusion era a mistura de duas coisas que o eu amava e ainda amo, musica com muito improviso e atitude de rockeiro, sons modernos, guitarra e sintetizadores.

 Nomes como Herbie Hancock, Pat Metheny, Chick Corea Elektric Band, Tribal Tech, Frank Gambale, Scott Henderson, John Scofield, Snarky Puppy entraram nas minhas playlists e nunca mais saíram.

Brunowski, Leo Braga e Marcos Vinicius tocando no Café com Teatro no Teatro Barracão - Foz do Iguaçu 2016

Quinteto Coisa Fina no Hostel Poesia - Foz do Iguaçu 2019

Marcos Carrer, Gustavo Frandoloso, Conrado Andreola e Brunowski. Uma das formações da banda de rock cover Magnarock. Medianeira 2013

Do Rock Nacional ao MPB e à Bossa Nova

Na adolescência eu já escutava e tocava músicas de bandas de rock nacional. Bandas como Engenheiros do Hawaii me cativavam pela engenhosidade das letras. Da poesia de Cazuza. Mas no período em que estudei engenharia e já tinha uma banda cover de rock clássico, comecei a sentir a necessidade de transmitir uma mensagem para o público. Mas não bastava cantar Pink Floyd se ninguém entendia as letras. 

 E foi nesse período que me encantei por bandas como O Rappa e Planet Hemp. 

 Se a vontade de cantar uma música mais ativa politicamente me levou para artistas nacionais, o gosto pelo improviso e por conhecer novas harmonias me levou para a Bossa Nova e consequentemente a MPB.

Impossível crescer no Brasil e não ter escutado Tom Jobim. Artistas como Lenine, pra mim, foi esse link entre essa música mais rebuscada que eu estava conhecendo com o Rock e o Pop, numa linguagem mais moderna. 

 Mas só na faculdade de música fui "reapresentado", por vários colegas músicos ao repertório do Djavan. Que é hoje pra mim uma das principais referências dentro da música nacional.

Repertório

Pode-se dividir meu repertório em 4 grupos:

  • Bossa nova e MPB, tanto solo tocando violão e voz, quanto com banda tocando guitarra elétrica;

  • PopRock Nacional e Rock Latino, tanto solo quanto em banda;

  • Rock Classico, tocando com bandas;

  • Jazz, standards clássicos e fusion;

Repertório de Voz e Violão

Principais Artistas

Tom Jobim

Caetano Veloso

Djavan

Gilberto Gil

Lenine

Belchior

Beto Guedes

Engenheiros do Hawaii

O Rappa

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